quarta-feira, 18 de julho de 2012
Packers Timeline - 1959–1967: A era Lombardi e os Anos de Glória
No dia 2 de fevereiro de 1959, a contratação do assistente do New York Giants, Vince Lombardi como head coach e general manager do Packers representou o início de uma memorável e imediata volta por cima. Com Lombardi, o Packers viria a se tornar a Equipe dos anos 60, vencendo 5 campeonatos mundiais em 7 anos, incluindo as vitórias nos dois primeiros Super Bowls. Durante a era Lombardi, as estrelas do time de ataque incluiam Bart Starr, Jim Taylor, Carroll Dale, Paul Hornung (como halfback e placekicker), Forrest Gregg e Jerry Kramer. A defesa incluíaWillie Davis, Henry Jordan, Willie Wood, Ray Nitschke, Dave Robinson e Herb Adderley.
1959
No seu primeiro jogo comandado por Lombardi no dia 27 de setembro de 1959, a equipe bateu o Chicago Bears por 9 a 6, em Green Bay. Depois de vencer os três primeiros, o time perdeu os próximos 5 jogos antes de terminar a temporada com força, vencendo todos os jogos restantes. A campanha 7-5 representou a primeira temporada vitoriosa do Packers desde 1947. O head coach calouro Lombardi foi nomeado NFL Coach of the Year.
1960
No ano seguinte, o time, liderado pelos 176 pontos de Paul Hornung, ganhou o título da NFL West e jogou o NFL Championship Game contra o Philadelphia Eagles no Franklin Field, em Philadelphia. O Packers perdiam por quatro pontos no fim do jogo, quando Chuck Bednarik derrubou Jim Taylor a apenas nove jardas da endzone e o tempo de jogo acabou. Diz-se que o time não foi derrotado nesse jogo; eles apenas estavam atrás no placar quando o tempo esgotou.
1961
A equipe retornou ao NFL Championship Game na temporada seguinte, enfrentando o New York Giants na primeira decisão da liga a ser jogada em Green Bay. O time marcou 24 no segundo quarto, incluindo um recorde do campeonato de 19 por Paul Hornung (um touchdown, quatro extra-points e três field goals), forçando o Packers a um 37-0 sobre o Giants, conquistando o primeiro título desde 1944.
1962
O Packers voltou arrebentando em 1962, arrancando com uma campanha 10–0 no caminho de uma temporada quase perfeita (13–1). Esse consistente nível de progresso levaria o Packers de Vince Lombardi a se tornar umas das equipes mais proeminentes da sua era, e até mesmo foi retratado como a face da NFL na revista Time, em 21 de Dezembro de 1962, como parte da notícia de capa "The Sport of the '60s". Brevemente após o artigo da Time, a equipe enfrentou os Giants em uma partida muito mais brutal do que a travada no ano anterior, mas a soberania do Packers prevaleceu no surpreendente pé de Jerry Kramer e no jogo corrido determinado de Jim Taylor. O Packers venceu o Giants em plena Nova York, 16 a 7.
1965
Em 1965 o time retornou à final da liga depois de dois anos de abstenção, derrotando o Colts nos playoffs, conquistando o título da Western Conference. Aquele jogo seria lembrado pelo Field goal controverso de Don Chandler que empatou o jogo, os árbitros o consideraram bom, quando muitas testemunhas viram a bola completamente fora dos Uprights. A vitória do Packers por 13 a 10 na prorrogação levou o time ao jogo final. O terceiro título da equipe de Lombardi, o nono geral, veio com uma vitória sobre o Cleveland Browns, atuais campeões na época. Os postes de Field goals foram feitos mais altos na temporada seguinte.
1966
A temporada de 1966 viu a equipe de Green Bay ser liderada pelo MVP do ano, Bart Starr, marcando uma campanha 12–2. Na final da liga nacional(NFL), o Packers vencia por 34 a 27 a equipe do Dallas Cowboys, que tinha a posse de bola na linha de 2 jardas do ataque, ameaçando empatar o jogo. Mas no quarto down Tom Brown interceptou o passe de Don Meredith na endzone, segurando a vitória para o Packers e avançando ao Super Bowl I, onde venceu o Kansas City Chiefs, campeão da AFL, por 35 a 10.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Jon "eterno" Lord
Faleceu hoje,
aos 71 anos de idade, o maior tecladista de rock de todos os tempos. Ex
integrante do Deep Purple, Jon Lord lutava contra o câncer no pâncreas desde
2011. Participou e fundou o grupo de classic rock Deep Purple em 1968 e
abandonou o conjunto em 2002 para se dedicar a família e a música clássica. Ele
deixou esposa e duas filhas.
No ínicio da minha apreciação pelo
rock’n roll, nunca gostei de ouvir o som do teclado. Achava que o instrumento
não combinava com o estilo musical, principalmente o heavy-metal, mas foi
através das músicas do Deep Purple que esse meu preconceito foi por água
abaixo. E quem foi o responsável por isso? Mr. Jon Lord!
Jon Lord conseguiu me enganar no
primeiro solo da música Higway Star. Eu jurava, até poucos anos atrás, que era
um solo de guitarra. Não, era um solo de teclado. Ele conseguia por peso,
através do seu inconfundível jeito de tocar, sem perder a melodia. Afinal, ele
estudara música clássica por vários anos. Tocava seu teclado Hammond como
nenhum outro tecladista. Aliás, ele praticamente virou sinônimo de teclado
Hammond. “Esse som eu conheço. Não é aquele teclado do Jon Lord?”.
Ele também gostava de misturar o
clássico com o rock. Em diversos solos ele fazia essa mistura, como no próprio
solo de Higway Star ou na música “Under the gun”. Ele gravou com o Deep Purple
um álbum intitulado “Concerto for group and orchestra”, onde misturou muito bem
o erudito e o classic rock.
A última vez em que ele esteve em
nosso país foi na virada cultural de São Paulo. Ah se eu soubesse que seria sua
última apresentação em terra brasileira. Com certeza teria feito um esforço
para vê-lo pela última vez ao vivo. Eu tive uma oportunidade de ver o Deep
Purple ao vivo, porém Jon Lord não fazia mais parte do conjunto. Eu seu lugar estava
o também muito competente Don Ayrei, aliás, este último fã declarado de Jon
Lord.
Já sinto saudades do grande
tecladista que o rock perdeu hoje. A clássica introdução de “Perfect
Strangers”, a perfeição da melodia de “When a blind man cries” ou então o
poderoso riff em “Burn”. Dificilmente surgirá um tecladista como Jon Lord. Um
tecladista que soube dominar com maestria o clássico e o rock num teclado Hammond.
O video acima é da musica "Perfect Strangers", do Deep Purple.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Histórias cruzadas
Sinopse do
filme:
Jackson, pequena cidade no estado do Mississipi, anos 60. Skeeter
(Emma Stone) é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar
escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram
suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a
própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark (Viola Davis), a emprega da melhor
amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista, o que desagrada a
sociedade como um todo. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam
trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.
Análise
do filme:
Um filme com um tema pesado e que causa desconforto em todos:
racismo. Todo mundo é, mas ninguém assume que é racista. Com essa temática o
filme deveria ser um drama daqueles bem pesados, porém não é isso que acontece
em Histórias Cruzadas. Tem drama sim, mas também tem muitas cenas de comédia.
No geral é um filme para refletir, se emocionar e sorrir. Serve para aprender
história também, já que o racismo como vemos no filme existiu no sul dos
Estados Unidos.
Nota do
filme: 10
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Aqui, o crime compensa!
Após ser cassado pelo plenário do Senado, Demóstenes Torres reassumiu nesta quinta-feira (12) suas funções de procurador de Justiça no Ministério Público (MP) de Goiás. Com a volta ao cargo, ele poderá agora solicitar três licenças-prêmio, num total de R$ 200 mil, mais o salário de R$ 24,2 mil.
A Corregedoria do MP goiano instaurou procedimento disciplinar para apurar "eventual falta funcional" de Demóstenes, em razão da Operação Monte Carlo. Gravações da Polícia Federal apontaram a relação do então senador com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. O processo foi instaurado pelo corregedor-geral do órgão, Aylton Flávio Vechi. O MP pediu documentos ao Senado Federal e à Procuradoria-Geral da República.
No órgão, com 300 funcionários, entre promotores e procuradores, há três linhas de avaliação sobre o futuro do senador cassado. Na primeira, ele será destituído. Na segunda será mantido. Na terceira ganhará uma advertência, mas seguirá como procurador de Justiça. Demóstenes já anunciou que irá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar recuperar o mandato de senador, alegando que as provas foram obtidas ilegalmente.
Demóstenes precisou de cerca de 10 minutos, o tempo em que permaneceu na sala 306 do 3.º andar do edifício-sede, para confirmar o retorno ao trabalho no Ministério Público.
Quem decidirá se Demóstenes receberá ou não as licenças-prêmio será o seu irmão Benedito Torres, que ocupa o cargo de procurador-geral de Justiça do Ministério Público Estadual de Goiás.
O ex-senador poderá solicitar ainda ajuda financeira especial por meio da Parcela Autônoma de Equivalência (PAE), um pagamento legal em porções somadas ao salário, que podem variar de R$ 5 mil a R$ 10 mil ao mês.
A PAE foi aprovada pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM) com o objetivo de restabelecer o equilíbrio entre os salários dos poderes Legislativo e Judiciário.
Demóstenes estava licenciado desde 1999, quando deixou o MP para ocupar o cargo de secretário de Segurança Pública e Justiça de Goiás. Em 2002 ele foi eleito pela primeira vez para uma vaga de senador pelo PFL (ex-DEM). Em 2010, foi reeleito. Sua cassação foi publicada ontem pelo Diário Oficial da União (DOU). Com a decisão do plenário, Demóstenes teve seus direitos políticos suspensos por oito anos – a contar do fim do mandato parlamentar, que se encerraria em 2019 –, ficando inelegível até 2027.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Anderson Spider Silva
Sei que muito já foi dito sobre a luta do século, mas não poderia deixar de comentá-la. Deixaremos as análises técnicas para os especialistas no assunto. Eu como uma telespectadora recente e fã do Anderson falarei de algumas coisinhas que me chamaram a atenção. Aí estão:
1. Torcida brasileira : muita gente, no Brasil, ficou acordada até tarde para assistir o combate, mas me impressionei mesmo com a quantidade de brasileiros que foram até Las Vegas. O grito da torcida era em português. Chael foi vaiado em seu país.
2. Organização : UFC cresce, cada vez mais, e poderia estar perfeitamento atravessando uma fase de adaptação para essa nova realidade. Contudo, pelo contrário, prova que está completamente preparado para atingir cifras maiores. Nada foge a organização. Um esquema de segurança seguro de fato. Nenhum engraçadinho ou engraçadinha invadiu o octógono.
3. Concentração : olhar centrado do Anderson caminhando para o octógono é impressionante. A sensação era de que para ele não existia mais ninguém a seu redor. Manteve essa concentração até o final da luta. Até mesmo no intervalo do 1 round quando ouvia as instruções de seus treinadores sustentou o olhar. Olhar de quem sabe o que deve fazer e está preparado para isso.
4. Medo : a cara de medo do Chael quando caiu após o "drible de corpo" do Anderson é incrível. Para mim, ali já sabia que havia perdido a luta.
5. Intacto : Anderson Silva terminou o confronto sem nenhum arranhão. O suor que escorria de seu rosto era a única prova de que acabara de lutar. Ah sim é a respiração ofegante de tanto bater.
6. Amador : a falta de preparo do Chael impressionou negativamente. A meu ver, não tem condições técnicas de participar de eventos do UFC. Conseguiu essa revanche no grito. Seu jeito falastrão despertou nos organizadores e patrocinadores o desejo de realizar esse confronto.
7.Talento : Para aqueles brasileiros que sofrem com o complexo de cachorro vira-lata, como diria o centenário Nelson Rodrigues, conformem-se Anderson Silva é o melhor do mundo!
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Packers Timeline - 1946–1958: A queda
Depois da aposentadoria de Hutson, Lambeau não pôde impedir o declínio do Packers, e partiu depois da temporada de 1949. Gene Ronzaninão puderam treinar o time de volta àquela antiga mágica, mesmo com a inauguração do novo estádio em 1957. As derrotas continuaram crescendo até a desastrosa campanha de 1958 sob o comando do técnico  Ray "Scooter" McLean, que em seu único ano como head coach registrou a marca 1-10-1, a pior da história do Packers.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Quem pode derrotar Anderson Silva?
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| Sonnen se assusta com a presença de Anderson Silva |
Parecia até
uma partida de futebol a noite de sábado para domingo, onde o Brasil parou e
madrugou para assistir a luta entre Anderson Silva e Chael Sonnen. Depois deste
último ter falado poucas e boas do Brasil, os brasileiros resolveram dormir um
pouco mais tarde para acompanhar o UFC 148, realizado nos Estados Unidos, na
cidade de Las Vegas.
O local escolhido foi a MGM Arena e
muitos brasileiros viajaram para assistir ao confronto na terra do Tio Sam.
Parecia até que o evento estava sendo realizado em nosso país, já que a TV
quando dava uma geral no local, só se viam bandeiras e camisas de times
brasileiros.
Enquanto Chael Sonnen caminhava para
o octógono, ouviam-se os gritos de “Uh, vai morrer!”, devido aos inúmeros
brasileiros presentes ao local. De repente as luzes se apagam e entra na arena
Anderson Silva, acompanhado de gente como Pedro Riso e Steven Seagal. Durante a
caminhada até o octógono, Anderson teve seu boné roubado por algum torcedor
fanático.
Como já era de se esperar, Sonnen
fez questão de levar a luta para o chão. Anderson não conseguiu evitar a queda
e o fantasma da última luta rondava a cabeça dos tantos brasileiros presentes
ao evento. Sonnen, que ficou por cima por todo o primeiro round, chegou a
montar em Anderson Silva, mas não aproveitou a oportunidade e ficou apenas
desferindo poucos e inúteis golpes. Serviu apenas para marcar pontos.
No segundo round as coisas mudaram.
Anderson, sabendo que Sonnen tentaria levá-lo ao chão mais uma vez, desviou-se
e evitou o máximo que pode ser derrubado por Sonnen. Na trocação, a luta em pé,
Anderson é bem melhor e, depois de tentar um soco com giro, Sonnen se
desequilibrou e caiu no chão. Assustado, ele viu que sua chance de derrotar
Silva tinha ido por água abaixo. Sem esboçar reação, Sonnen recebeu uma
joelhada de Anderson e só pode tentar se defender dos inúmeros socos que
começou a receber em seguida. Ao juiz só restou terminar a luta e dar a vitória
a Anderson Silva por nocaute técnico.
Na entrevista, logo após a luta,
Anderson pediu para os brasileiros aplaudirem o derrotado Sonnen e o convidou
para comer um churrasco em sua casa. Foi uma resposta as antigas e inúmeras
provocações de Sonnen.
Quem
pode derrotar o Spider?
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