segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Coluna do Cowboy


Fiquei muito feliz e preocupado com a vitória do nosso time ontem a noite, no Sunday night football. Feliz por que conseguimos acabar com a vergonhosa série de quatro derrotas seguidas em nossa casa e preocupado com o fato de termos tido muitas dificuldades e derrotar um Eagles desfalcado.

Agora chegou a hora de fazermos as contas. Hoje a noite, no Monday night football, teremos o clássico Redskins e Giants. Infelizmente teremos que torcer para um dos nossos grandes rivais, os Redskins, para que ainda tenhamos chances de classificação.

Vejamos como esta a classificação:

1)    Giants ( 7 vitórias, 4 derrotas)

2)    Cowboys ( 6 vitórias, 6 derrotas)

3)    Redskins ( 5 vitórias, 6 derrotas)

4)    Eagles ( 3 vitórias, 9 derrotas)

Os Redskins precisam vencer os Giants hoje para frear o líder do grupo. Ficariamos empatados com eles, mas ainda temos mais um confronto direto com o time de Washington. Ainda temos chances! Vamos analisar os jogos que ainda faltam para o nosso time:

Bengals (fora de casa): Pedreira. Até o momento os Bengals estão com 7 vitórias e apenas 5 derrotas. Talvez seja o jogo mais difícil.

Steelers (em casa): Esse jogo temos grandes chances de vencer, caso Big Bem continue contundido. Os Steelers não passam por uma boa fase.

Saints (em casa): Drew Brees não é mais o mesmo e os Saints amargam 5 vitórias e 7 derrotas. Como jogaremos em casa, é mais uma vitória para nosso time.

Redskins (fora de casa): Esse será o jogo para definir a nossa vaga. Partida muito difícil, já que jogaremos fora de casa. Vai cair no dia 30 de dezembro, mas não será no Sunday night. Espero que até lá os resultados estejam a nosso favor.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Felipão e Parreira. Uma boa aposta?






Em sua vitoriosa primeira passagem pela seleção, Felipão emplacou a "Família Scolari" apoiado em um começo de trabalho com um grupo cheio de jogadores que já haviam passado pelas suas mãos. Dez anos depois, o técnico retorna à equipe nacional sem poder dar a largada com a segurança do mesmo artifício. Já não jogam mais  o goleiro Marcos, Ronaldo, Rivaldo, Cafu, Roberto Carlos, Emerson e o zagueiro Roque Junior. Sua última passagem pelo Palmeiras não foi boa e daquele grupo não podemos destacar um jogador selecionável. Desta vez, o máximo de repetição que Scolari pode conseguir em relação a jogadores é em relação a eventuais aproveitamentos de Ronaldinho e Kaká, nomes remanescentes da Copa de 2002. Juan está em péssima forma no Internacional e não me parece ser  o ideal para liderar a nossa zaga contra atacantes jovens e velozes que iremos enfrentar.
Sinceramente eu gostaria de ver um técnico europeu tomando conta da Seleção Brasileira. Não agora, faltando pouco tempo para a Copa das federações e da Copa do Mundo. Independente do resultado dessa Copa, deveríamos começar uma reformulação profunda, convocando Guardiola ou outro nome qualquer, que passaria a morar no Brasil, observar e analisar os jogadores que se encaixassem na fórmula moderna de jogar futebol que vemos nos campos europeus. Desde 1982 que eu não me empolgo com o futebol apresentado pelas nossas seleções. Foos campeões do mundo depois? Sim, fomos, mas porque a mediocridade era geral. Hoje, não. Os europeus, inspirados justamente naquele futebol alegre e vistoso de 82, modificaram radicalmente a forma de jogarem e tomaram conta do cenário mundial.
Um técnico europeu teria de ser bancado integralmente pela CBF. Como a CBF é comandada por velhotes que só pensam em poder e política e não em futebol, acho que dificilmente voltarei a me empolgar novamente com nossa seleção.
Curiosamente os técnicos brasileiros foram enfaticamente contra a idéia de importarmos um europeu. No entanto, eles não sentem o menor problema em irem treinar seleções e clubes mundo afora. Vanderlei deu errado com o Real Madri e Felipão lá no Chelsea. O mesmo Felipão, no entanto, se deu bem em Portugal. Joel Santana se aventurou na África; Parreira treinou várias seleções; Zico tem sua carreira de técnico toda ela baseada em terras longínquas e de pouca tradição futebolística. Abel Braga ganhou muitos petrodólares e fama. Nenhum deles se sentiu desconfortável em embolsar a grana e fama.
A seleção de basquete tem técnico argentino e tivemos novo alento nas participações mundiais. O Nível de nossa ginástica cresceu muito quando passamos a trabalhar com técnicos europeus. Não quero dizer que os técnicos brasileiros são incompetentes mas acho que estão defasados, acomodados todos no medo de garantir seu emprego. Enchem o meio campo de brucutus que só sabem distribuir pontapés nas canelas adversárias. A primeira lei de seus times é “parar o jogo”, entendendo-se por isso o uso sistemático e repetitivo de faltas, a maioria delas grosseiras. Quando conseguem fazer um gol, o time todo posta-se em retranca ferrenha, para “garantir a vitória”. Triste vitória. Magra, magérrima. Futebol? É um mero detalhe.
Seremos campeões? Ou vamos perder mais uma copa em casa? Das grandes seleções, só o Brasil não conseguiu ser campeão em casa. Em 50 éramos francos favoritos. Em 2014 seremos zebra. Sinceramente não estou animado... e vcs?




quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Sobe e desce


Semana passada, falei da reta final emocionante da série-b. O campeão só foi decidido no último jogo. Com uma vitória de virada o Goiás foi o vencedor. Dono de uma campanha incrível no, segundo turno, ultrapassou Cricíuma e Vitória que duelavam até, então, pela primeira colocação.
Parabéns ao time pela campanha e por ter conseguido voltar logo à primeira divisão. Só resta saber se a alegria desse ano dará lugar a incerteza com a permanência na série a. Apesar de, cada vez mais disputada, a série-b ainda tem lá suas deficiências técnicas e se manter na série-a é muito difícil, por isso é comum ver times num efeito gangorra de sobe e desce. Espero que essa não seja a sina do Goiás. Criciúma, Vitória e Atlético-PR foram os outros que subirão e disputarão a série a ano que vem. Enquanto isso, resta mais uma vaga no rebaixamento para série-b. Quem será o eleito? Sport, Bahia ou Portuguesa? Façam suas opostas!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Relatório de criação: DROID EAT


Fazia tempo que não produzia um jogo em 2D, o ultimo foi Bouncing Ball 2 feito em flash (SWF), hospedei no mochi media, new grounds e deviant art. Droid Eat eu não fiz sozinho, foi trocando algumas ideias e informações com alguns amigos. A idéia do jogo surgiu de uma brincadeira entre a guerra da apple com a google e seu sistema operacional para portáteis android, o personagem principal deste jogo seria o android, mas para não ficar 100% igual o mascote comprado da google, resolvemos fazer algumas sutis mudanças como trocar o olho do personagem, que é uma bolinha, para uma esfera mais esticada verticalmente, a cor também foi trocada diversas vezes, passando de laranja a roxo, mas perderia um pouco da graça caso a pessoa não identifica-se o personagem como sátira. Decidimos então usar o verde mesmo. E como seria o jogo do android vs apple? Sabendo que fazer jogos 2D não é tão fácil quanto parece, o jogo deveria ser simples de se fazer e fácil de se jogar. Analisei alguns jogos semelhantes feito em flash em sites como y8, e um outro jogo da moranguinho que tinha uma idéia legal de como a mecânica do jogo poderia funcionar. Então foi decidido que o jogador controlaria o android, agora sendo chamado apenas de "droid", movendo-se da esquerda para a direita, e a sua missão seria não deixar as maçãs cair no chão. Os movimentos do personagem para esquerda e direita poderia ser feita tanto no mouse quanto no teclado, possibilitando que ele funcione perfeitamente em tablets e outros aparelhos portáteis. Pensei em fazer a opção dentro do jogo, algo como uma pergunta, sobre qual seria o controle desejado ao jogador, teclado ou mouse (touch), mas isso tornaria o menu inicial do jogo mais longo e confuso, ainda mais se tratando de jogadores apressadinhos que poderiam escolher diversas vezes opções erradas. Depois de brigar muito com o computador foi feito um sistema que aceitaria tanto o teclado e mouse, sempre um anulando o outro, mesmo dentro da partida, funcionaria tanto em SWF (flash) quanto executável e dispositivos móveis. O controle ja estava definido, o personagem foi inicialmente desenhado pelo Diego Moura no illustrator, mas o arquivo ficou corrompido, então refiz quase identico no Corel Draw, a Pâmela Inácio me mostrou alguns cenários de fundo para colocar no jogo, escolhi o que tinha a maior árvore, e como o fundo não tem linhas de contorno como o droid, não chamava muita atenção, então ficou perfeito. Descrver esses acontecimentos faz parecer que tudo foi feito em menos de uma semana, mas não foi tão simples assim, o sistema de pontuação, vitórias, derrotas, tudo foi pensado com muita cautela e testado exaustivamente. Nos últimos dias eu já não aguentava mais olhar para o droid.
Agora ja posso dizer que o jogo está pelo menos 80% pronto, so falta fazer uma versão em java, HTML 5 e uma capa em DVD ou CD para guardar o jogo. Tá curioso para saber como ficou? a versão para Windows já pode ser baixada no google drive no endereço:
https://docs.google.com/open?id=0B_sRHrPYqeL4S3c1amtqNDdhNDQ

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Mandingas do Papa Shango

Domingo finalmente consegui assistir ao Smackdown, que agora passa em TV aberta, na Rede TV as 22:00 horas. Gostei muito da transmissão deles, apesar da tradução ser feita em tempo real e sem legendas. Eu, como vocês sabem, falo inglês, mas penso em vocês, brasileiros, em como deve ter sido complicado pegar a tradução simultaneamente com o que os astros da wwe falam. Pra ficar melhor, o pessoal da rede TV poderia colocar umas legendas, já que o programa aqui é exibido com uma semana de atraso do que acontece lá nos estados unidos. Mas, enfim, vamos ao que  aconteceu no programa de domingo.

Mick Foley foi o convidado do chatíssimo programa do The Miz e ele aproveitou para dar uma provocada geral. Ele queria saber se The Miz lutaria com garra contra a equipe de Zigler, já que Foley o convidou para fazer parte de sua equipe. Porém o que aconteceu foi uma confusão, pois a equipe deles não parece ser muito unida. E, para espanto de todos os presentes no Smackdown, Zigler parece não ter uma equipe unida também. Foi o estopim para provocações de ambas as partes e formação dos confrontos do dia.

A primeira luta foi entre Kingston e Sandow. Essa luta foi combinada quando Sandow disse que Kingston era “mudo, doido e pensa que sabe voar”. A resposta veio num desafio proposto por Foley que, segundo ele, ganhou permissão de Booker T para combinar lutas no evento. Sandow foi o vencedor do confronto.

Para esquentar um pouco mais as coisas, tivemos uma luta de tag-team entre Ortom/Miz versus Del Rio/Zigler. Tivemos uma situação constrangedora na luta, pois Randy Orton estava pra ganhar a luta quando Miz fez o Tag inesperadamente. Orton foi obrigado a se retirar do ringue pelo juiz e Miz aproveitou para finalizar a luta, pois o adversário já estava mais do que surrado. Depois da contagem, Miz ainda tirou sarro de Orton dizendo que ele tinha vencido a luta sozinho. Foi o suficiente para Orton aplicá-lo um RKO. Esse time do Foley é um problema sério...

Sheamus esta furioso com Big Show. Por pouco os dois não caíram na porrada antes do grande evento Survivor Series. Booker T, o gerente geral do Smackdown apartou a briga. Somente Big Show lutaria hoje. Sheamus ficaria de molho.

E adivinha quem colocoram pra enfrentar o Big Show? Great Khali! E, mesmo assustado, pois não sabia ainda quem iria enfrentar, Big Show subiu no ringue e derrotou o gigante de mais de dois metros. Após a luta, um susto. Toca a musica de Sheamus. Big Show se assusta e procura o futuro adversário do Survivor Series, mas a musica para e ele resolve ir embora do ringue. Nos bastidores, no estacionamento para ser mais específico, Sheamus já aguardava Big Show e os dois caem na porrada, quebrando alguns carros. Os juízes e seguranças conseguem apartar a briga com uma certa dificuldade e encerramos assim mais um smackdown.

Até semana que vem.
Zigler enforca The Miz no desafio Tag Team
 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A saga Crepúsculo: Amanhecer parte 2


Sinopse:

Após dar a luz a Renesmee (Mackenzie Foy), Bella Swan (Kristen Stewart) desperta já vampira. Ela agora precisa aprender a lidar com seus novos poderes, assim como absorver a ideia de que Jake (Taylor Lautner), seu melhor amigo, teve um imprinting com a filha. Devido ao elo existente entre eles, Jake passa a acompanhar com bastante atenção o rápido desenvolvimento de Renesmee, o que faz com que se aproxime cada vez mais dos Cullen. Paralelamente, Aro (Michael Sheen) é informado por Irina (Maggie Grace) da existência de Renesmee e de seus raros poderes. Acreditando que ela seja uma ameaça em potencial para o futuro dos Volturi, ele passa a elaborar um plano para atacar os Cullen e eliminar a garota de uma vez por todas.

Crítica do filme:

Ao contrário da parte um, Amanhecer parte 2 é bem mais “animado”. Finalmente o filme tem cenas de ação dignas de vampiro. Apesar de toda a cena de carnificina que rola (sim, temos partes muito violentas que podem chocar crianças e adolescentes sensíveis a filmes de vampiros reais), os primeiros minutos do filme são bem chatos. Como todos sabem como terminou a parte um, com a Bella virando vampiro, o inicio do filme foca na sua transformação e aprendizado dos novos poderes, para logo em seguida mostrar todo aquele romantismo que levam as adolescentes ao delírio.

Amanhecer parte 2 é um bom filme. E olha que eu não sou chegado a filmes de vampiro e romance.

Nota do filme: 7,0

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

REVOLTA!





Quando o Fluminense lançou o seu programa “Sócio Futebol”, o fez com grande alarde. Esperou o momento certo para a aprovação na Assembléia Geral do Clube: Justamente nas finais do campeonato brasileiro, e anunciou em todos os jornais as metas: 20 mil associados até a Libertadores de 2013. Em longo prazo, com o time brigando por títulos e mantendo a boa fase, se esperava alcançar a bela marca de 100 mil novos sócios!
A proposta me encheu de orgulho. Corri no site oficial e vi as vantagens : facilidade e desconto de 50% na compra dos ingressos; poder de voto após dois anos de contribuição ininterrupta; acessos aos espaços d futebol; acesso ao bar temático e à sala de troféus. Sem contar que estaríamos contribuindo para o saneamento das finanças do Clube, afinal a Unimed um dia pode sair e nos deixar de pires na mão.
O site para adesões foi ao ar no momento exato: logo após a conquista do título de tetracampeão, mas não ficou sequer 30 horas no ar. Não funciona há 10 dias e não tem previsão de quando retornar!
Ora...façam-me o favor!
Depois reclamam que estão sem dinheiro, sem condições de ter um CT, uma sala de musculação ou com as premiações por títulos penhoradas, tendo que vender jovens promessas a preço de  banana!
Segundo o que li nos jornais, a número de acessos chegou a 16 mil!!!! Repito: 16 mil!!!!! Muito próximo dos 20 mil sonhados até a Libertadores!
Estou revoltado!!!!
É uma oportunidade que  perdemos e nunca mais se repetirá! Quando o site voltar ao ar, a empolgação terá diminuído e muito e acho que as metas ficarão muito mais difíceis de se alcançar.