terça-feira, 5 de junho de 2012
Refrescando na chuva
Desanimado e cansado pra escrever qualquer coisa. Vou ficar aqui me refrescando na chuva um pouco...
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Chega de impunidade e tolerância
Fiquei indignado com a reportagem que a BBC fez na Ucrânia, sede junto com a Polônia para a Eurocopa 2012. Um repórter acompanhou uma partida de um time de futebol local ucraniano e registrou as maiores imagens de racismo e nazismo na nossa era.
Um absurdo que, durante a partida, a torcida faça sinais da famosa saudação nazista, no qual todos estendem as mãos. E quando um jogador negro entra em campo? Lá se vão os torcedores nazistas imitar som de macaco. Isso é um absurdo! Vão me dizer que a Uefa ou a Fifa não sabem disso?
Sou, com toda sinceridade, a fovor de que todo jogador negro boicote a Eurocopa 2012. Não estamos mais no ano de 1939 quando a Alemanha de Adolf Hitler invadiu a Polônia que, por coincidência, também é sede da Eurocopa e instalou um governo tirano e racista, que causou a morte de centena de milhares de judeus.
Talvez assim, através do boicote, todos caiam na real e levem mais a sério os casos de racismo no futebol. Chega de impunidade e tolerância.
Um absurdo que, durante a partida, a torcida faça sinais da famosa saudação nazista, no qual todos estendem as mãos. E quando um jogador negro entra em campo? Lá se vão os torcedores nazistas imitar som de macaco. Isso é um absurdo! Vão me dizer que a Uefa ou a Fifa não sabem disso?
Sou, com toda sinceridade, a fovor de que todo jogador negro boicote a Eurocopa 2012. Não estamos mais no ano de 1939 quando a Alemanha de Adolf Hitler invadiu a Polônia que, por coincidência, também é sede da Eurocopa e instalou um governo tirano e racista, que causou a morte de centena de milhares de judeus.
Talvez assim, através do boicote, todos caiam na real e levem mais a sério os casos de racismo no futebol. Chega de impunidade e tolerância.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Ronaldinho Gaúcho
Não foi surpresa para ninguém o término do romance entre Ronaldinho Gaúcho e o Flamengo. Faltaram caráter, dignidade, honestidade, competência e sinceridade em todos os envolvidos nesse embrulho todo. A história da volta de Ronaldinho ao Brasil já começou de forma equivocada quando seu irmão e empresário fez aquele leilão "esperto" para conseguir um montante maior de dinheiro para seus bolsos. Será que a ganância humana não tem limites? Ronaldinho está cheio da grana! sem querer comparar... Drogba vai investir o dinheiro que ganha com contratos comerciais em escolas e hospitais em seu país natal.
O Flamengo através de sua presidente Patrícia Amorim, e os donos da empresa Traffic, cegos diante da montanha de dinheiro que imaginavam receber com os contratos de marketing tendo como base tudo o que o Corínthians havia lucrado com a figura do outro Ronaldo, o Fenômeno, assumiram um compromisso arriscadíssimo e cantaram uma virória de Pirro diante dos dirigentes do Grêmio , que também fizeram uma festa patética no Olímpico esperando receber o "filho pródigo" que na última hora lhes virou as costas.
Se houvesse um pouco mais de caráter em Ronaldinho e seu irmão, teriam voltado para o Grêmio, copiando a nobre atitude de Juninho Pernambucano em sua volta ao Vasco da Gama. Perderiam um pouco de dinheiro, talvez, mas ganhariam muito em retorno midiático e em Marketing, que é o que realmente interessa para a dupla. Faltou visão e tino comercial.
Patrícia Amorim também tem sua culpa no cartório. Prometeu à Traffic a administração do programa sócio-torcedor e depois desconversou, dizendo que não podia romper contrato com a firma detentora dos direitos. Nunca assinou contrato com a Traffic, porque queria ganhar tempo e realizar as promessas feitas. Passou por cima do acordo que dava à Traffic o direito de negociar os contratos de espaços na camisa do time rubro-negro. Para finalizar, toda vez que era pressionada a respeito de atrasos de pagamento ao craque dentuço, jogava a conta no colo da Traffic. Cansados de tanta lenga-lenga, a Traffic saiu do negócio, claro... ficou a conta para o Flamengo.
Com certeza a direção do Flamengo estava armando um golpe de mestre: Pagaria o FGTS atrasados, deixando apenas um ou dois meses de atraso, pagariam alguma coisa dos direitos de imagem e depois dariam o golpe fatal: Dariam justa-causa no Ronaldinho e sairiam numa boa, sem dívida alguma. Não fosse a língua grande do vice-presidente de futebol, o "Cascão", e tudo sairia numa boa. Quando Assis sentiu que o plano do Flamengo era esse, antecipou-se e deu um cheque-mate ao Flamengo.
Prevejo um futuro negro para o time da Gávea: Vai ficar devendo um montão de dinheiro ao Ronaldinho: vai parcelar a dívida em centenas de parcelas; vai atrasar o pagamento das parcelas; venderá uma ou duas promessas dos juniores a preço de banana para saldar parte da dívida e em 2020 seremos surpreendidos por nova ação do Assis contra o Flamengo por atraso nos pagamentos mensais.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Heroismo coletivo
Eu detesto essa história de heroismo
em esportes coletivos. O futebol,
principalmente, tem mania de eleger os heróis da partida. Esse posto geralmente
é ocupado pelos atacantes. Em esportes
coletivos todo mundo tem a mesma importância no jogo. É impossível, por
exemplo no vôlei, o cara sacar, correr para bloquear, defender, levantar e
atacar na mesma jogada. Outros agentes serão necessários, mas se foi
ele o responsável pelo ponto o mérito é todo seu. No futebol, então, a
narração muitas vezes omite o nome do jogador que roubou a bola que deu início
a jogada. Tudo gira em torno de quem deu o passe e quem fez o gol. Em outros
momentos, como na disputa de pênaltis, o astro é o goleiro. E por aí vai, o
heroísmo passando de mão em mão.
Didier Drogbar, foi eleito o
herói da final da Liga dos Campeões. Autor do gol de empate e do último pênalti
das cobranças alternadas, sem dúvida, o marfinense foi o nome do
jogo. Empatou a partida, já nos minutos finais, numa cabeçada fulminante levando
o jogo para a prorrogação. Na primeira etapa do tempo extra, quase coloca tudo a
perder ao cometer um pênalti infantil. Para sua sorte Petr Cech pegou a
cobrança mal feita do holandês Robben. Como o jogo permaneceu empatado, na disputa de pênaltis, o Chelsea foi mais competente e sagrou-se campeão, pela primeira vez, para deleite de sua torcida.
Ao final da partida, o marfinense
se despediu de seus companheiros ao anunciar sua saída após 8
temporadas. Especulações afirmam que está se transferindo para o futebol
chinês. Em seu discurso de despedida afirmou que após tanto tempo de Chelsea
estava na hora de novos desafios. A verdade é que com 34 anos e sem muitas expectativas com a
Seleção de seu país talvez esteja pensando na
seguridade financeira. No que está certíssimo.
Drogba mostrou, mais uma vez, seu talento. Estava no lugar certo, na
hora certa e teve competência para exercer seu papel: fazer gol. Entrou para história da Liga dos Campeões e, sobretudo, para a história do Chelsea. Seu feito será lembrando por gerações e gerações de torcedores, contudo, não podemos esquecer dos demais jogadores que também ajudaram a construir essa história.
O gol do brasileiro Ramires contra o Barcelona, as atuações seguras de Meireles, o bloqueio de David Luiz e a frieza de Petr Cech foram fundamentais para a conquista inédita. Infelizmente, não pude acompanhar todos os jogos da equipe para citar mais personagens, no entanto, basta esses para ilustrar que Drogba está muito bem acompanhado na calçada da fama.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Balanço final - Jogos do Fluminense
Enganou-se
quem pensou que o Fluminense sentiria a eliminação contra o Boca Juniors no
confronto contra o Figueirense. A vitória não veio, porém o time não era o
mesmo que havia empatado diante do Boca. O time entrou em campo com os
jogadores recém promovidos da categoria de base e, não fosse a expulsão de Wallace,
o Fluminense poderia muito bem ter derrotado um fraco Figueirense.
O último
confronto entre Fluminense e Boca Juniors foi decidido já no último minuto.
Quando todos já esperavam por uma disputa de pênaltis, eis que o tricolor das
Laranjeiras tomou o gol que sacramentou a eliminação da Libertadores 2012.
Alguns torcedores chegaram a culpar o técnico Abel Braga, alegando que este
demorou em fazer uma substituição, tanto que só colocou o jovem Marcos Júnior
quando a partida estava chegando ao fim.
Dessa vez não
houve expulsão, o Fluminense jogou com todos os jogadores até o final da
partida. Verdade é que o time sentiu falta de Fred e o maestro Deco. O ataque
era formado por Rafael Moura e Rafael Sobis que pouco fizeram na partida.
Thiago Neves que era o único medalhão em campo se omitiu mais uama vez e teve
apenas uma participação discreta. Chegou-se a ouvir alguns torcedores o
chamando de pipoqueiro.
Apesar do
jogo ter sido empate (1x1), o time saiu aplaudido de campo, devido ao esforço e
força de vontade que o os jogadores demostraram em campo. Enfim, portaram-se
como um verdadeiro time de guerreiros.
No final de
semana veio o primeiro confronto do Campeonado Brasileiro pós Liberadores e
também o primeiro confronto do Fluminense em casa. Alguns jornais chegaram a
dizer que o Fluminense sentiria a derrota sofrida diante do Boca, mas o
tricolor entrou em campo com uma série de desfalques. O time que sofreu o
empate contra os argentinos praticamente não entrou em campo. Mais uma vez o
tricolor enfrentaria um time sem seus principais jogadores e, mas uma vez, com
um jogador a menos.
Como no jogo
da Libertadores, o único medalhão em campo era o Thiago Neves que, mais uma
vez, não jogou nada. Já esta na hora dos dirigentes do Fluminense rever o
contrato com o Thiago Neves, pois ele não esta merecendo e rendendo o salário
que ganha.
Apesar dos
vários desfalques, a garotada não sentiu o nervosismo e deu um sufoco no Figueirense.
Os jogadores veteranos, esses sim, pareciam estar nervosos. Carlinhos errava
que era uma maravilha os cruzamentos e Thiago Neves errava uma infinidade de
passes. Final do jogo: empate em 2x2. Não foi um resultado ruim, devido as
circunstâncias de estar com um jogador a menos desde o primeiro tempo, quando
Wallace foi expulso após receber 2 cartões amarelos.
O problema é
que esses 2 pontos perdidos em casa pode fazer falta daqui a algumas rodadas.
Até lá, Deco
e Fred estarão de volta.
Bola pra
frente.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
UFC 146
![]() |
| Cigano (calção braco) não teve dificuldades em derrotar Frank Mir |
Que papelão a Globo cometeu na transmissão do UFC 146, realizado no último sabado direto de Las Vegas. Anunciaram que trasmitiriam ao vivo a luta do campeão dos pesos pesados, Junior "Cigano" dos Santos, mas a transmissão foi ao ar com 30 minutos de atraso. E ainda por cima foi transmitido como se fosse ao vivo..
O oponente de Cigano, Frank Mir, era considerado um forte adversário, pelo menos até iniciar o confronto. Junior dos Santos soube administrar a luta em pé e portou-se como um verdadeiro campeão. Frank Mir tentava levar a luta ao chão, apartir do momento que sentiu estar levando desvantagem na trocação, mas não obteve sucesso. Vitória fácil do nosso campeão que manteve o cinturaão dos pesos pesados.
A luta que antecedeu a de Cigano não foi boa para nós brasileiros. O estreante Pezão levou uma verdadeira surra do mexicano Cain Velasquez. Logo no início da luta, Velsquez levou Pezão ao chão e ficou nisso até o fim. Após desferir uma cotovelada no brasileiro, que o fez sangrar muito e dificultar a visão, Velasquez só precisou desferir socos no Pezão. Vitória do mexicano ainda no primeiro round.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
A falta que ele me faz

O Vasco despediu-se ontem da Libertadores após perder para o Corinthians em São Paulo. O gol da vitória corinthiana foi marcado aos 42 minutos do segundo tempo. Em boa cobrança de escanteio de Alex o volante Paulinho pulou sozinho e cabeceou para o fundo da rede sem chances de defesa para Fernando Prass. O Vasco até que tentou, contudo, não havia mais tempo para nada. Fim de jogo. Fim do sonho do bi-campeonato.
Os dois jogos foram muito truncados com as equipes temendo sofrer gol. Foi assim desde o jogo de ida que terminou 0 x 0. Nos 180 minutos, quem mais atuou foi o sistema defensivo. Não teve um jogador sequer que não tenha se dedicado a marcar, correr, brigar. Não hovia bola perdida. Era muita vontade e pouca criativadade. O velho medo de sofrer um contra-ataque. O jogo caminhava para ser decidido nos detalhes. Um erro aqui, outro lá. E o vencedor iria aparecer.
E assim foi. No início do segundo tempo, a defesa do Corinthians falhou, a bola sobrou para Diego Souza que cara a cara com o goleiro perdeu um gol feito! Os boleiros de plantão dirão " a bola pune". Para mim, o que pune é a incompetência. O Vasco foi punido com a incompetência de seu jogador.
Não é a primeira (tenho sérias dúvidas de que seja a última) que o volante nos deixa na mão. Foi assim, na primeira fase da Libertadores, em sua expulsão no jogo contra o Libertad. Se voltarmos um pouco mais, teremos mais um gol importante perdido, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro 2011. Não adianta lamentar. Tivemos nossa oportunidade e não aproveitamos. E aí, como previsto, chegou a vez da defesa carioca falhar e deixar por um segundo Paulinho sozinho. Com competência anotou o gol e depois foi só correr para os braços da torcida.
O Vasco sentiu demais a ausência de seu zagueiro, Dedé, que contundido não atua há mais de 1 mês. Desculpe-me Eder Luis, Juninho, Fernando Prass etc., mas Dedé é o jogador mais importante do elenco. Com ele em campo não é só sistema defensivo que ganha. O time todo parece contaminado por seu talento. A torcida engrandece ainda mais. O sentimento não para. Quando de sua ausência há um vazio a ser preenchido. Esse vazio esteve latente ontem. Ninguém conseguiu preenchê-lo. Seria injusto não reconhecer a vontade dos demais jogadores que estiveram em campo. Mas, paira aquela perguntinha no ar: será que com o Dedé poderia ter sido diferente?
Não sei se ele estampará a cruz de malta no peito por muito tempo. Será difícil resistir as propostas do futebol europeu. O que será do Vasco quando sua ausência for definitiva? Clube e torcida precisam se preparar para esse momento. O lugar que ocupa no coração dos torcedores é dele e ninguém tasca. Contundo, dentro de campo é necessário contratar alguém a sua altura. Ficar a mercê da instabilidade de Rodolfo e do voluntariarismo de Renata Silva não dá.
A Libertadores acabou. O ano não. Há um campeonato brasileiro disputadíssimo pela frente. Se quisermos brigar pelo título e pelo retorno breve a Libertadores precisamos nos reforçar. Não fará mal a ninguém um atacante que saiba dominar a bola e fazer gol com regularidade, um lateral que saiba cruzar ou um armador que não viva de rompantes.
Espero que o Vasco tenha apreendido que não basta só se classificar é preciso se preparar para ganhar a Libertadores. Para isso, não podemos ficar tanto tempo de fora. A regularidade nos dará experiência e, assim, a taça voltará para São Januário.
Os dois jogos foram muito truncados com as equipes temendo sofrer gol. Foi assim desde o jogo de ida que terminou 0 x 0. Nos 180 minutos, quem mais atuou foi o sistema defensivo. Não teve um jogador sequer que não tenha se dedicado a marcar, correr, brigar. Não hovia bola perdida. Era muita vontade e pouca criativadade. O velho medo de sofrer um contra-ataque. O jogo caminhava para ser decidido nos detalhes. Um erro aqui, outro lá. E o vencedor iria aparecer.
E assim foi. No início do segundo tempo, a defesa do Corinthians falhou, a bola sobrou para Diego Souza que cara a cara com o goleiro perdeu um gol feito! Os boleiros de plantão dirão " a bola pune". Para mim, o que pune é a incompetência. O Vasco foi punido com a incompetência de seu jogador.
Não é a primeira (tenho sérias dúvidas de que seja a última) que o volante nos deixa na mão. Foi assim, na primeira fase da Libertadores, em sua expulsão no jogo contra o Libertad. Se voltarmos um pouco mais, teremos mais um gol importante perdido, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro 2011. Não adianta lamentar. Tivemos nossa oportunidade e não aproveitamos. E aí, como previsto, chegou a vez da defesa carioca falhar e deixar por um segundo Paulinho sozinho. Com competência anotou o gol e depois foi só correr para os braços da torcida.
O Vasco sentiu demais a ausência de seu zagueiro, Dedé, que contundido não atua há mais de 1 mês. Desculpe-me Eder Luis, Juninho, Fernando Prass etc., mas Dedé é o jogador mais importante do elenco. Com ele em campo não é só sistema defensivo que ganha. O time todo parece contaminado por seu talento. A torcida engrandece ainda mais. O sentimento não para. Quando de sua ausência há um vazio a ser preenchido. Esse vazio esteve latente ontem. Ninguém conseguiu preenchê-lo. Seria injusto não reconhecer a vontade dos demais jogadores que estiveram em campo. Mas, paira aquela perguntinha no ar: será que com o Dedé poderia ter sido diferente?
Não sei se ele estampará a cruz de malta no peito por muito tempo. Será difícil resistir as propostas do futebol europeu. O que será do Vasco quando sua ausência for definitiva? Clube e torcida precisam se preparar para esse momento. O lugar que ocupa no coração dos torcedores é dele e ninguém tasca. Contundo, dentro de campo é necessário contratar alguém a sua altura. Ficar a mercê da instabilidade de Rodolfo e do voluntariarismo de Renata Silva não dá.
A Libertadores acabou. O ano não. Há um campeonato brasileiro disputadíssimo pela frente. Se quisermos brigar pelo título e pelo retorno breve a Libertadores precisamos nos reforçar. Não fará mal a ninguém um atacante que saiba dominar a bola e fazer gol com regularidade, um lateral que saiba cruzar ou um armador que não viva de rompantes.
Espero que o Vasco tenha apreendido que não basta só se classificar é preciso se preparar para ganhar a Libertadores. Para isso, não podemos ficar tanto tempo de fora. A regularidade nos dará experiência e, assim, a taça voltará para São Januário.
Assinar:
Postagens (Atom)



