sexta-feira, 30 de março de 2012

E SE FOSSE NO BRASIL????


Em uma reunião que aconteceu entre o Governador de Minnesota, Mark Dayton, deputados estaduais, o Prefeito de Minneapolis R.T. Rybak e os donos do Minnesota Vikings, Mark e Zigy wilf, foi anunciada a construção do People’s Satadium (Estádio do Povo) no mesmo local onde fica o Metrodome.



O que me chama a atenção é que o povo de Minnesota será o dono do estádio que gerará 12 mil empregos diretos e indiretos, não necessitará de dinheiro público e vai manter o Vikings na cidade pelos próximos 30 anos!!!!!
Tem mais:
Três pessoas irão gerenciar o estádio: 1 apontado pelo governo de Minnesota e dois pela cidade de Minneapolis.
Concessões, patrocínios, vendas de áreas Vips e um possível hotel pagarão a construção do estádio.
O estádio levará 3 anos para ser concluído e estará aberto o ano inteiro para eventos de toda as espécies, dentro do estádio coberto ou na praça de eventos que será construída ao lado, além de ser capaz de receber super eventos como o próprio Super Bowl, criando ainda mais empregos.


O time agora só espera a aprovação da camara municipal e assembléia legislativa.


Fico me perguntando se algum dia acontecimentos como esse acontecerão aqui no Brasil.

SEM DINHEIRO PÚBLICO!
3 ANOS PARA SER CONCLUÍDO!
CONCESSÕES, PATROCÍNIOS, VENDAS DE ÁREAS VIPS E UM POSSÍVEL HOTEL PAGARÃO A CONSTRUÇÃO DO ESTÁDIO.

Atenção: Não estão construindo esse estádio para alguma copa do mundo, não...




quinta-feira, 29 de março de 2012

Ah é Edmundo!


O jogador Edmundo se despediu oficialmente do futebol ontem à noite no gramado de São Januário. Em partida amistosa contra o Barcelona (Equador) para reviver a vitoriosa final da Libertadores de 1998. Aplicamos uma goleada de 9x1 num time que em nada lembrava a equipe de outrora. Edmundo marcou duas vezes. O placar é o que menos importa. A festa preparada pelo clube foi linda e a torcida compareceu em peso (cerca de 21 mil) para se despedir de um ídolo - que poucas vezes, se comportou como tal.
A trajetória de Edmundo no Vasco da Gama é um verdadeiro caso de amor e ódio. Com a mesma intensidade que foi, em muitos momentos, amado foi também odiado em tantos outros. É daqueles jogadores que não dá para ser indiferente.  O ano de 1997 foi o mais marcante no clube, provavelmente, aquele em que foi mais amado. Teve participação fundamental na conquista do Campeonato Brasileiro com partidas memoráveis como os 6 gols contra o União São João de Araras.
E  1995, talvez tenha sido o ápice do ódio quando defendeu as cores do maior rival – Flamengo – no famoso “melhor ataque do mundo” (Sávio, Romário e Edmundo).  Teve excelente rendimento no Palmeiras de 1993/94 e no Vasco de 1997. Não brilhou na seleção brasileira. E coleciona uma série de passagens frustrantes. Não convenceu na Fiorentina, Flamengo, Fluminense, Cruzeiro, Corinthians, Santos etc.
Jogador temperamental e vaidoso poderia ter tido uma carreira de mais sucesso. Se tivesse a cabeça no lugar e agisse com um jogador profissional teria conquistado muito mais. Protagonizou junto com Romário e Eurico Miranda um dos maiores casos de briga de vaidades do Futebol. Os dois competiam pelo amor da torcida e por regalias. Dentro de campo, pouco fizeram para compensar tanto desgaste para o torcedor e para a imagem do clube.
Amando ou odiando uma coisa é certa seu nome já ficou marcado na história do clube. Nos momentos mais dolorosos esteve presente. Não dá para apagar o pênalti perdido contra o Corinthians na Final do Mundial, em pleno Maracanã. E, muito menos, o rebaixamento em 2008 quando era o capitão do time. Apesar de ainda ser profissional naquele ano já se comportava como torcedor. O talento ainda estava ali, mas o físico não o deixou aparecer. O choro compulsivo ao final do jogo o igualou aos torcedores na arquibancada. 
O apelido Animal lhe cai perfeitamente. Em muitas situações, foi assim que agiu. Deixava a civilidade de lado para esbofetear adversários, xingar companheiros e fazer gestos obscenos para a torcida. E mandou a racionalidade para escanteio ao se envolver num acidente de carro, que deixou 3 mortos.
Edmundo é um jogador que deveria servir de modelo para os jogares mais novos. Modelo daquilo que não se deve fazer. Nenhum talento tem o poder de superar falta de profissionalismo, irresponsabilidade e imaturidade. Se usasse a cabeça com a mesma volúpia que usou, muitas vezes, as mãos para defender sua honra de macho alfa dentro de campo poderia ter feito muito mais felizes seus colegas – a torcida do Vasco.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Filmes Sobre Futebol Americano #12 - meu nome é Radio (radio)

Anderson, Carolina do Sul, 1976, na escola secundária T. L. Hanna. Harold Jones (Ed Harris) é o treinador local de futebol americano, que fica tão envolvido em preparar o time que raramente passa algum tempo com sua filha, Mary Helen (Sarah Drew), ou sua esposa, Linda (Debra Winger). Jones conhece um jovem "lento", James Robert Kennedy (Cuba Gooding Jr.), mas Jones nem ninguém sabia o nome dele, pois ele não falava e só perambulava em volta do campo de treinamento. Jones se preocupa com o jovem quando alguns dos jogadores da equipe fazem uma "brincadeira" de péssimo gosto, que deixou James apavorado. Tentando compensar o que tinham feito com o jovem, Jones o coloca sob sua proteção, além de lhe dar uma ocupação. Como ainda não sabia o nome dele e pelo fato dele gostar de rádios, passou a se chamá-lo de Radio. Mas ninguém sabia que, pelo menos em parte, a razão da preocupação de Jones é que tentava não repetir uma omissão que cometera, quando era um garoto.

terça-feira, 27 de março de 2012

Olha a mancha na parede!

Michel Teló? Que nada! A musica que mais fez sucesso foi "Olha a mancha na parede". Quem não se lembra da coreografia que animou diversos carnavais pelo Brasil? Recordar é viver. rs


segunda-feira, 26 de março de 2012

Futebol se ganha dentro das quatros linhas


Ontem, assistindo um pouco do clássico paulista Corinthians versus Palmeiras, eu ví uma cena lamentável. Mais uma vez vi um time mandante, no caso o Corinthians, utilizando de outros meios para garantir a vitória. Vi um gandula atrasar por diversas vezes a reposição de bola para "segurar" a vitória do Corinthians contra o Palmeiras. Existe coisa mais ridicula no futebol? Futebol se ganha dentro das quatros linhas!

Ainda hoje isso é muito utilizado pelos times mandantes no futebol brasileiro. O time da casa costuma utilizar outras artimanhas para conquistar os desejados 3 pontinhos. E vale de tudo, como por exemplo pintar o vestiário do time visitante minutos antes do ínicio da partida, para que o jogadores adversários passem mal com o cheiro da tinta ainda fresca. Ou então cortar a agua do vestiario do time adversário, para que na hora do término do jogo ninguém possa tomar banho. Isso é ridículo. Futebol se ganha dentro do campo. Um time grande como o Corinthians não deveria utilizar de tais recursos "gandulescos" para ganhar uma partida.

E mais lamentável ainda foi a guerra entre as torcidas organizadas fora do estádio. Mais uma vez os babacas da Gaviões e os imbecís da Mancha trocaram tapas nas redondezas do Pacaembu. Dessa vez tivemos um óbito. Até quando isso vai continuar acontecendo? Sinto muito, mas acho que já esta na hora de tomarmos medidas drásticas quanto aos torcedores brigões. Aceito até a extinção das torcidas organizadas aqui no Brasil, assim como fizeram na Inglaterra.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Guga Imortal





Em 13 anos de carreira, Guga conquistou 466 vitórias (358 em simples), levantou 28 troféus  (20 em simples), triunfou três vezes em Rolland Garros, foi numero 1 do tênis mundial por 43 semanas e levou o Brasil às semifinais da Copa Davis. O Presidente do Hall da Fama, Christopher Clouser preferiu, em vez de citar frios números, elogiar a atuação de Gustavo Kuerten fora das quadras chamando Guga de grande humanitário. Disse ainda que Guga usou a força do Tênis para melhorar a vida das pessoas e enfim se disse feliz ao anunciar o nome de Gustava Kuerten para o Hall da Fama Internacional.
Pouco depois das palavras de Clouser, imagens da carreira de Guga foram exibidas nos telões do auditório. Ao rever suas conquistas e até o discurso de despedida no Brasil open, em 2008, o catarinense não conteve as lágrimas.
A cerimônia de imortalização será no dia 14 de Julho em Newport, em cerimônia televisionada para o mundo todo, e com cerca de 7.000 espectadores no local.
Os quesitos para sua entrada no Hall da Fama foram “um currículo  distinto de feitos competitivos no mais alto nível internacional”, além de “Integridade, esportividade e caráter”.
O costume é que o atleta só seja eternizado 5 anos após sua aposentadoria, mas como ficou muito tempo parado por causa de sua lesão no quadril, já cumpriu o período exigido de 5 anos sem resultados significantes no circuito.
Guga tem um projeto social, o Instituto Guga Kuerten e atua junto à CBT para a melhoria do trabalho de base no tênis brasileiro e quando teve o microfone nas mãos, Guga fez questão de elogiar dois ídolos que foram prestigiar o anúncio de sua eternização no Hall da Fama: Thomaz Koch e Maria Ester Bueno, que foi imortalizada em 1978.
Guga disse principalmente que “Maria Ester Bueno bota todos esses: Federer, Nadal... essa turma toda no bolso!”
Meus aplausos aqui para Gustavo Kuerten!!!!!


quinta-feira, 22 de março de 2012

Messi: talento puro



Lionel Messi não cansa de encantar o mundo, ainda bem. Já começou o ano com todo gás, em uma temporada, mais do que inspirada, tornou-se o maior artilheiro do Barcelona com 234 gols. Os números do argentino impressionam. Com apenas 24 anos possui em seu currículo 18 títulos, atua há 12 anos no clube espanhol e foi eleito pela Fifa o melhor jogador do mundo nos últimos 3 anos.

Alguns críticos ainda teimam em negar ou rebaixar seu talento, alegando que ainda não brilhou na seleção de seu país. Um pecado. Durante muito tempo, lideramos a eleição da Fifa com Ronaldinho, Ronaldinho Gaúcho, Romário e Rivaldo. Para nossa sorte e deleite, todos brilharam em seus clubes e na Seleção Brasileira ao conquistar a Copa do Mundo. No entanto, nem sempre isso é possível.

Nenhum outro clube na atualidade joga como o Barcelona. O Barcelona não tem um time e, sim, um elenco de muita qualidade. Jogadores com técnica apurada formados na categoria de base do clube e que jogam juntos desde então. Assim, fica fácil o talento de Messi prevalecer.

Na Seleção Argentina a história é completamente diferente. A seleção carece de talentos para acompanhá-los. O futebol - muitos se esquecem - é um esporte coletivo. Messi não joga sozinho. Mesmo quando de suas arrancadas em que dribla 1,2,3... e só para dentro do gol se analisarmos a jogada desde do início veremos um passe, uma roubada de bola de algum companheiro.

E para o bem da rivalidade com os argentinos. Espero que continue brilhando nos campos espanhóis e decepcionando em gramados argentinos.