quarta-feira, 9 de abril de 2014
Morre a lenda da WWF Ultimate Warrior
É com pesar que o blog O Leopoldinense noticia o falecimento da lenda do wrestling Ultimate Warrior. James Brian Hellwig, seu nome verdadeiro, teve um mal súbito após sair de um hotel com sua esposa, no estado de Arizona, nos Estados Unidos. A causa da morte ainda não foi divulgada.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
LES REVENANTS
No último post, comentei
sobre minhas leituras de férias e fiquei de relatar os filmes assistidos no
post seguinte. Mas, antes gostaria de falar sobre uma série francesa
pela qual estou apaixonada: Les revenants.
A série aborda a relação
entre vivos e espíritos tema já trabalhado em produções americanas como os
seriados “Medium” e “Ghost Whisperer” e os filmes “Os outros” e “O sexto
sentido”. Nosso cinema nacional também já abordou o tema com o clássico, “Dona
Flor e seus dois maridos” e, o mais recente, “Nosso Lar”. Cada um a sua maneira
trabalhou com essa temática, que já mostrou o seu poder de público ao atingir
grandes bilheterias.
Les
revenants narra a história de pessoas que morreram há alguns anos e
voltam à vida em uma pequena e isolada cidade do interior da França. A
última lembrança que eles têm é do momento anterior às suas respectivas mortes.
Alguns faleceram há pouco tempo, outros há décadas. Agora eles buscam se
reintegrar à sociedade que não compreende a razão pela qual esse fenômeno
ocorre, aparentemente, apenas nessa cidade. Cada episódio acompanha a história
de um núcleo de personagens. A série é sucesso na França, vem conquistando a
atenção do público mundial e já tem garantida sua versão americana.
Se o tema de Les revenants não é inédito. Então, qual
o motivo de tanto sucesso? A novidade está na forma em que o
tema está sendo abordado. Não temos espíritos ajudando na resolução de crimes
ou tentado entrar em contato com familiares. Temos pessoas que faleceram e
voltaram à vida de carne e osso, que comem, tomam banho, vêem e são vistos por
qualquer um e que querem retomar suas vidas como se nada tivesse acontecido.
Quem já perdeu um ente
querido costuma desejar a volta do mesmo em momentos de intensa saudade. A série se propõe a refletir sobre como seria se tivéssemos a possibilidade de voltar à vida. Esse conflito é
abordado, de forma diferente, em cada núcleo, que é contemplado com o retorno de
seu familiar. Desde a mãe que procura aproveitar a oportunidade de ter a filha
adolescente novamente ao viúvo que não suporta o regresso da esposa.
Quem está acostumado com
dinâmica de seriados americanos vai estranhar um pouco a velocidade da produção
francesa, no entanto, vai se encantar com a riqueza das interpretações e com a criatividade da história. A primeira temporada teve 8 episódios e foi transmitida no Brasil pelo canal Max, do grupo HBO. A segunda temporada já está garantida e deve sair em dezembro de 2014. Quem não viu ainda dá tempo de acompanhar. O canal Max está reprisando a primeira temporada.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Leituras de férias
Escreverei muito pouco sobre futebol por aqui. Provavelmente, me dedicarei ao assunto no período de realização da Copa do Mundo. Depois de tudo que aconteceu e ainda acontece em função do campeonato brasileiro passado perdi completamente o interesse. Como vascaína e amante do futebol não digo que me afastarei completamente, no entanto, dedicarei meu tempo e energia a coisas mais gratificantes.
Ano passado foi muito corrido e cansativo. Fiquei em dívida com minhas leituras. A lista de livros para ler só aumentou. Então, esse ano resolvi me redimir. Aproveitei que tirei alguns dias de férias, no início do ano, a fim de renovar as energias para os próximos 365 dias para começar a compensar minhas leituras atrasadas. Aproveitei também para assistir a alguns filmes que já há um tempo esperavam na fila. Gostaria de compartilhar com vocês o que achei de cada um. Vou logo avisando que não sou crítica de nada e nem tenho a pretensão de de ser. Quero somente compartilhar com vocês minhas impressões do que vi e li. Então, vamos lá. A coluna de hoje será dedicada aos livros.
O guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adams, Arqueiro, 1979.
Ainda em dezembro, enquanto as festas rolavam, me dediquei a leitura de "O guia dos mochileiros das Galáxias", Douglas Adams. Não sou fã de ficção científica, apesar de apaixonada por Arquivo x, mas resolvi investir na leitura após tantas recomendações positivas. Não me arrependi. O livro é muito bom. O autor criou uma história de ficção para criticar nossa sociedade, sobretudo, a burocracia dos serviços públicos, a corrupção, o comportamento egoísta e vaidoso das pessoas etc. O texto é leve e irônico. No momento em que vivemos, no qual a criatividade tem deixado tanto a desejar e vemos um festival de adaptações e releituras. É louvável apreciar a inteligência de um autor que soube criar uma história tão inventiva como essa. Vale a pena a leitura. Tem umas tiradas muito engraçadas.
Avaliação: **** Muito Bom
Relata a história de 2 irmãos (Florence e Gilles) sob a tutela de um tio distante que os deixa aos cuidados de empregados numa mansão na Inglaterra. A narradora é a pequena Florence que ousa descumprir uma ordem do tio e descobre o encantamento da biblioteca particular da casa. Pelas suas palavras vemos o amor incondicional de Florence pelo irmão mais novo. A paixão crescente pelos livros e sua fértil imaginação entrar em ação com a chegada de uma nova tutora.
Essa história não é original. Harding a baseou no conto "A volta do parafuso" de Henry Miller, de 1898. Que serviu de base também para o filme "Os Inocentes", de 1961. Ainda não tive a oportunidade de ler o conto de Henry Miller. Mas, pude assistir ao filme de que também gostei. Conversaremos mais sobre ele depois.
Apesar de ser uma releitura John Harding tem seus méritos ao compor um texto leve e que prende a atenção do leitor do início ao fim. Contudo, achei a primeira parte da história um pouco lenta. No entanto, entendo que tenha dedicado tantas páginas as peripécias de Florence para poder frequentar a Biblioteca a fim de mostrar a personalidade da menina para o leitor. Personalidade que é fundamental para o entendimento e desenvolvimento da história.
Não gostei do título. O título original em inglês é "Florence e Gilles", porém em português, talvez, para surfar no sucesso da "A menina que roubava livros" optaram por essa semelhança. Em meu entender foi um erro porque o título não reflete o conteúdo do livro. Manter o original seria a melhor opção. A capa também não ajuda muito a criar a atmosfera do romance.
Avaliação: *** Bom
Jorge Amado compõe uma história que pode ser o retrato atual de qualquer cidade grande brasileira ao abordar as desigualdades sociais e econômicas da Bahia da década de 1930. Para isso retrata a vida de um grupo de crianças abandonadas, os capitães de areia, que descobrem nos roubos uma maneira de sobreviver. O número é indefinido, mas pode girar em torno de 100 crianças. A história se concentra em alguns desses meninos que ganham destaque: Pedro Bala, o líder: Volta Seca, Sem Pernas, João Grande, Professor, Gato, Boa Vida, Dora etc. E a cada capítulo conhecemos um pouco da histórias dessas crianças e adolescentes através de suas aventuras nas ruas.
O texto é chocante. Esses meninos só são crianças em função de sua idade, pois as preocupações, o comportamentos e as privações são de adultos. A fome, o abandono familiar e da sociedade, a violência, o sexo precoce estão presente fortemente nesse romance. O texto é de 1937 e completamente atual. O sincretismo religioso da Bahia se faz presente na figura do padre e da mãe de santo, que se revezam no auxílio aos meninos. O ideal político do autor ganha corpo através do estivador João de Adão. É muito triste ver que ainda não conseguimos sanar o problema da população de rua, sobretudo, das crianças.
Avaliação: ***** Ótimo
Na próxima semana, falarei sobre os filmes.
Até lá!
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Obrigação
Devido a péssima campanha da equipe do Fluminense no ano passado, vencer o Campeonato Carioca virou obrigação. Não aceitarei mais desculpas do tipo "o time está se adaptando", "estamos trabalhando para a Copa da Brasil", etc. É obrigação a equipe do Fluminense conquistar o Campeonato Carioca 2014 e tentar correr atrás para recuperar a hegemonia do futebol no Rio de Janeiro.
Já começamos o ano repetindo os mesmos erros de campeonatos passados. Contratamos novamente o técnico Renato Gaúcho que, como todos sabem, foi muito criticado nas últimas passagens pelo Fluminense. Até o fechamento desse post a equipe das Laranjeiras não contratou 1 mísero zagueiro sequer. Continuaremos com a péssima dupla Gum e Leandro Eusébio. Desde que Tiago Silva foi vendido que não temos um zagueiro digno de vestir a camisa tricolor carioca. E 2014 não será diferente.
Acompanharei a nossa estréia diante do Madureira, jogo que deve acontecer no estádio do Bangu. Uma vitória convincente pode servir de cala-a-boca para todos aqueles que irão torcer contra o Fluminense. Esse ano seremos vítimas devido ao suposto "tapetão" que a mídia insiste em atribuir ao tricolor das Laranjeiras, portanto serão todos contra o Fluminense.
Que isso sirva de incentivo para jogarmos como verdadeiros guerreiros, coisa que não aconteceu em 2013.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Definidos os confrontos finais da NFL
Foram definidas ontem as últimas equipes para as finais de conferência da NFL.
Pela conferência Americana teremos o confronto entre Patriots x Broncos;
Pela conferência Nacional teremos o confronto entre 49ers x Seahawks.
Meu palpite para o Superbowl:
Teremos Patriots x Seahawks.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Cansei!
Nesse tempo entre o término do campeonato brasileiro e o
julgamento da Portuguesa de Desportos que aconteceu hoje no Tribunal Pleno do
STJD eu vi, li e ouvi tanta asneira que eu me pergunto como essas pessoas podem
continuar encarando a profissão de jornalista seriamente.
Como bem disse o advogado do Fluminense, é cansativo
defender o óbvio.
Todo mundo acha uma injustiça a Portuguesa ser rebaixada;
todo mundo acha que o resultado do campo deveria ser mantido; todo mundo acha
que o Fluminense não deveria ser beneficiado; todo mundo acha que deveria ser
aberta uma exceção nesse caso; todo mundo acha que o Fluminense deveria abrir
mão de disputar a série A; todo mundo acha que a Portuguesa é uma coitadinha;
todo mundo acha que o jogo nada valia e todo mundo acha que as leis deveriam
ser mudadas e essa era a oportunidade para se mudar as leis desportivas.
Ninguém fala, porém da grande questão: por que a Portuguesa
escalou um jogador suspenso?
Ora... grandes nomes da imprensa nacional estão defendendo
aquilo que durante anos eles mesmo execraram: burlar as leis para escapar do
rebaixamento!
Eu tinha que viver para ver isso, porque se me contassem eu
não acreditaria!
Não quero comentar mais sobre esse assunto. Cansei...
defender o óbvio é cansativo!
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Cansei
O campeonato brasileiro já acabou, mas o noticiário ainda está inundado com matérias futebolísticas. Nos últimos dias, a decadência do Clube de Regatas Vasco da Gama atingiu o ápice. O nome do clube foi jogado na lama graças a um grupo de selvagens que se auto denominam torcedores. E a nossa diretoria que deu mostras, mais uma vez, de sua incapacidade de administração e de gestão de problemas. Nosso presidente desde o fatídico rebaixamento só fez um rápido pronunciamento de 40 segundos e uma declaração para o canal do clube, em que negava qualquer relação com os vândalos. Quando sabemos ser mentira, pois os fatos dão conta de que uma "pessoa da direção do clube financiou a viagem de volta de um dos brigões" Isso sem falar nos outros privilégios que esses bandidos tinham no clube.
Não podemos pensar que Roberto Dinamite é o primeiro presidente de futebol a se comportar dessa forma. A Força Jovem, torcida organizada, de que faz parte os integrantes que foram ao Sul brigar, tem trânsito livre em São Januário há anos. E, em outros episódios, antes da Era Dinamite, já havia mostrado seu poderio, contudo agora está em evidência essa relação promiscua, que já falamos na coluna da semana passada. Alguns jornalistas têm feito uma cobertura muito parcial desse caso, dando a entender que o Vasco é o único clube a manter esse tipo de relação. Isso é prova de que o clube perdeu respeito. Qualquer um se acha no direito de falar qualquer besteira. A provocação de torcidas adversárias não é o problema. Futebol é assim mesmo. Quem não aceita, então vá torcer para outro esporte. O problema é ver a mídia execrar o clube. Notícias são veiculadas sem nenhuma apuração. Presidentes de outros clubes vão a público nos ridicularizar.
E, para piorar ainda mais a nossa situação, perdemos o patrocínio da Nissan. A montadora rompeu o contrato alegando que não é positivo para empresa ver seu nome associado ao Vasco neste momento. Concordo plenamente. A imagem do clube está completamente manchada, associada à violência, incapacidade financeira, futebol medíocre e problemas políticos. O clube virou palco para disputas políticas. Agora com essa perda financeira vai ficar ainda mais difícil compôr uma equipe competitiva para a próxima temporada. Torcedores, se preparem para sofrer. Diante de um quadro desse fica difícil se animar a torcer. A disputa para o cargo de presidente já começou. Ano que vem será mais um ano de eleição suspeita, liminares, ameaças, etc. Só nos resta torcer para que Eurico Miranda e Roberto Dinamite não vençam. O Vasco não pode voltar ao que era antes, quando o ditador de charuto reinava e também não pode permanecer como está. Infelizmente, os nomes que surgem para disputar com os dois são fracos e não apresentam nada de diferente. Enfim, não podemos perder a esperança...
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A volta dos que não foram
E, mais uma vez, o óbvio aconteceu. O Fluminense beneficiado com a punição de 4 pontos da Portuguesa permanece na série a, enquanto o time paulista irá fazer companhia ao Vasco, Ponte Preta e Náutico na série b. Não há nada de ilegal nisso. A lei foi cumprida à risca. Contudo, fico aqui me perguntando se fosse o contrário será que o resultado seria o mesmo? Também me questiono: o que leva um torcedor do Fluminense a ir para frente do Tribunal comemorar um resultado desse como se fosse uma final de campeonato brasileiro? Não há nada a comemorar, mas sim lamentar. Lamentar que seu clube esteja, cada vez mais, associado a desonestidade, a falta de ética, "a gostar de virar a mesa" etc. Isso é ruim para o clube. Posso estar enganada, mas em curto prazo os tricolores lamentarão essa ressurreição. Vimos, durante a semana, jogadores e torcedores sendo hostilizados nas ruas e campeonato brasileiro nem começou. Vem problema pela frente...
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Raja Casablanca

O Atlético Mineiro deve está até agora tentando entender o que aconteceu ontem. Os mineiros jogaram muito mal (Jô esqueceu como se faz gol, Réver, Diego Tardelli, Fernandinho, Léo Silva deixaram o futebol em BH), mas não podemos desmerecer os marroquinos que provaram que sabem jogar bola. Mais uma prova de que futebol se ganha em campo. Favoritismo não ganha nada. Torcedores atleticanos se preparem para a volta.
Acho que os alemãs ganham a final, mas se entrarem em campo achando que farão gol quando quiserem correm o risco de se complicarem. Vai que...
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Acabei de ler e gostaria de compartilhar com vocês. Acho que tem tudo a ver com que venho abordando aqui.
Postado no site do jornal O Lance
O Vasco. Por um vascaíno
por Mauro Beting em 12.dez.2013 às 12:50h
ESCREVE MATHEUS BRITO
Eu sou um dos culpados pelo que acontece hoje com o meu Vasco.
Eu sou um dos que não enxergou a tempo a destruição que o Eurico estava causando.
Sou um daqueles que diziam “ele é ruim para o futebol Brasileiro mas é muito bom para Vasco”.
Sou um daqueles que riram quando ele colocou o Símbolo do SBT de graça em nossa camisa numa final de campeonato para tripudiar da Globo.
Sou um dos que achavam o máximo o Vasco não perder uma batalha em bastidores porque tinha o Eurico mandando e desmandando. Pior, quando acordei desse transe, vi meu clube sendo motivo de piada, um clube que não pagava ninguém, um clube sem credibilidade, lutando ano após ano para pertencer a elite como figurante, ou melhor, como “bônus” para grandes times conseguirem pontos.
Me culpo ainda mais pois fui novamente hipnotizado. “enquanto houver um coração infantil, o Vasco será imortal” entoava Dinamite ao conseguir o poder. “O sentimento não pode parar”, bradava ele após cairmos. “O sentimento nos trouxe de volta”, dizia ele numa frase colocada em uma camisa comemorativa (a qual eu comprei) pelo retorno no ano seguinte. “O Vasco é gigante, mais do que nunca….” todos os discursos começavam assim. Vimos a formação de uma equipe poderosa, que os dedos de um goleiro, e os demandos de um ídolo fizeram ruir e se desmanchar.
Vendemos todos os ídolos e candidatos a tal.
E aqueles que não vendemos nos deixaram magoados por não receberem pelos seus serviços.
A culpa é minha também. A culpa é nossa.
Sim o Vasco que conheço e que aprendi a amar a tal ponto de não conseguir ficar um só dia sem ter notícias gigante sim. E quando pensávamos que ele havia despertado de um sono profundo, descobrimos que ele apenas dormia de pé, sonâmbulo que era.
Agora deitou novamente, está dormindo em um sono ainda mais profundo.
Mergulhou no sonho de permanecer na elite através de uma manobra política que já me orgulhei em outros tempos. Só hoje percebo o quanto isso apequena meu clube.
O Vasco tem jeito.
Também não sei quando e nem quem dará jeito. Que os nosso ídolos do passado que quiserem ajudar, estejam preparados. Não queiram ajudar somente por serem Vascaínos e ídolos. Se preparem, estudem, profissionalizem-se. Não me venham com “mais do que nunca o Vasco vai estar…”.
Com todo respeito, quem é o CAP para submeter o Vasco a uma vexatória goleada como a da última rodada do BR13?
Quem é Ponte Preta para ser rebaixada e ainda assim conquistar 4 pontos em cima do gigante da Colina?
Como o Goiás chega em São Januário com um atacante gordo e nos humilha da forma como fez nesse Brasileiro.
Isso para ficar apenas em clubes que em outros tempos somaríamos 6 pontos no campeonato.
Todos os times sabiam que São Januário fazia do Vasco um time quase imbatível. Sua torcida pulsava e impressionava o time rumo à vitórias e títulos. Nosso estádio, orgulho, lindo, histórico e ultrapassado. A imagem e semelhança do nosso clube. Histórico, lindo, nosso orgulho e ultrapassado.
Avante vascaínos. Só nós podemos trazer nosso clube de volta. Nenhum dirigente o fará. Nós podemos fazer.
ESCREVEU MATHEUS BRITO
Fico muito feliz em saber que não sou a única a enxergar a situação em que estamos.
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