terça-feira, 13 de agosto de 2013

Medidas extremas, já!


Após minhas longas férias estou aqui de volta para, infelizmente, comentar outra derrota do Fluminense. Achei que ficando de fora de comentar ou mesmo pesquisar notícias sobre o tricolor das Laranjeiras fosse me fazer bem. Ledo engano. Quis o destino que eu fosse assistir ao Fla-Flu no último domingo e presenciar apenas o Flamengo jogando. Faltou a equipe tricolor pisar no gramado do ex-maior estádio do mundo.

            O único momento de alegria da torcida tricolor foi na hora do gol do Rafael Sóbis. Só. Depois foi um festival de Flamengo pra lá e pra cá, com Leonardo Moura passeando pela lateral. O primeiro gol que tomamos foi ridículo. Um contra-ataque (pasmem, contra-ataque com o time ganhando de 1x0!) de apenas alguns toques. Nossa zaga ficou assistindo o toque de bola rubro-negro e torcendo para que Diego Cavaliere operasse mais um milagre. Não é toda hora que milagres acontecem.

            A grande virada do urubu foi ainda mais ridícula. Tomamos um ovinho e em seguida um gol de letra! Um gol de letra de um time medíocre na tabela do Campeonato Brasileiro. De um time que tomou um gol de goleiro nos últimos minutos da partida passada! Definitivamente o Fluminense tornou-se a alegria dos povos dos times em crise. Acabamos com as crises dos outros e as transferimos pra gente.

            Ainda temos tempo de reverter a situação. Não gosto do discurso de que o campeonato é longo e que temos muitos jogos pela frente. Das ultimas vezes em que todos os grandes clubes caíram, inclusive o nosso 3 vezes, o discurso para evitar o pânico era esse. É hora de entrar em pânico para evitar mais um rebaixamento.

            Não gosto de extremismos, principalmente aqueles religiosos, mas é hora de tomar medidas extremas. Nada de pensar em mudar o técnico novamente, como foi feito com o Abelão pelo rubro-negro Vanderlei Luxemburgo, mas a necessidade de reforços é urgente. Os rumos agora são outros. Não sei o que a diretoria havia planejado para esse ano, mas é necessária a alteração dos planos já, caso contrário ficaremos de fora da Libertadores e estaremos na série b do ano que vem.

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            O Atlético Mineiro já furou a nossa fila da Libertadores e, do que jeito que as coisas estão indo, o próximo time a furar a fila pode ser o Botafogo, que está realizando uma ótima campanha no Campeonato Brasileiro. Que não sejamos o único clube do Rio de Janeiro a não ter a taça das Américas!

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            Copa do Brasil? Podem esquecer! Preparem-se para pagar mais um mico esse ano. Não tenho a mínima confiança que de vamos passar pelo Goiás, principalmente sendo a segunda partida lá em Goiânia. É bom que seja assim mesmo, pois o Vasco enfrentará o Nacional/AM e seria o nosso próximo adversário. Não quero perder mais um clássico esse ano. Acho que 6 derrotas já bastam, não é verdade?

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            Não salvo 1 jogador pela derrota contra o Flamengo. Nem Rafael Sóbis que marcou os gols do jogo. Agora serei muito mais rigoroso com todos os jogadores.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Bienal do Livro 2013


Quem me dera que toda a aquela gente presente na Bienal do Livro realmente gostasse de ler. Seria algo fenomenal e estupendo. Infelizmente, na minha modesta opinião, apenas 20% dos presentes na Bienal do Livro gostam mesmo de ler. São aqueles que leem no mínimo 2 livros por ano. Não precisa mais do que isso para entrar na minha lista das pessoas que gostam de ler.

            Com o fenômeno Facebook, o que veremos daqui á algumas semanas é um festival de “partiu Bienal”. E sem contar que entre os dias 29/08 e 08/09 teremos uma chuva de fotos do tipo “eu na Bienal”. É o evento mais aguardado dos “pseudo felizes-ocupados-modernos” da internet. Prefiro ficar de fora das redes sociais até passar a moda Bienal.

            O que preencherá de fato a Bienal serão as inúmeras excursões dos colégios e escolas do Rio de Janeiro. Ponto positivo. Isso servirá de estímulo para as crianças e adolescentes, quem sabe, tomar gosto pela leitura. Isso é muito importante. Quem sabe essas crianças e adolescentes não conseguem estimular os pais a tomar gosto pela leitura?

            Eu ainda sonho com os preços dos livros abaixando. É um absurdo pagarmos em média R$ 35,00 reais por um livro novo, um lançamento. Em alguns casos chega-se a uns R$ 50,00! A leitura acaba ficando restrita a uma pequena parcela da população, onde deveria fazer parte de toda a população.

            A Bienal também não é vantajosa em matéria de preços. Salvo algumas promoções, ainda pagamos os mesmos preços das grandes livrarias. O que torna a Bienal vantajosa, de fato, é variedade enorme de livros que encontramos por lá. É difícil você não comprar pelo menos 2 livros em cada edição.

            Espero definitivamente que esse ano a organização resolva o problema das longas filas. No ano retrasado fiquei mais de 2 horas para comprar ingresso e adentrar no Rio Centro. Poderiam muito bem criar novos postos de venda de bilhetes e aumentar o número de entradas nos pavilhões. A população leitora e oba-obas agradecerão.

            A Bienal é com certeza o melhor evento em matéria de livros no país. Não vou comentar aqui sobre a Flip, que ocorre na longínqua Paraty, que é um evento restrito a entrevistas e palestras com autores e escritores. A Flip também sofre os mesmos problemas da Bienal: é lotada de “facebuqueiros”, mas a diferença é que na Bienal os livros ficam soltos, disponíveis a qualquer um folheá-los de graça!

Não precisa ter 35 ou 50 reais pra comprar um exemplar da J. K. Rowling na Bienal, basta encontrar um sofá ou um banquinho disponível e aproveitar o dia inteiro viajando numa leitura de um bom livro.


Eu recomendo Rubem Fonseca “Agosto”.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

A burocracia do Fluminense

Estava eu pensando no que escrever para o blog hoje, quando me deparei com um texto que diz exatamente o que eu penso e dando os devidos créditos, postarei aqui. Esse texto foi retirado do Blog do torcedor, do Globo.com. Normalmente quem escreve o blog é Gustavo Albuquerque, mas ele excepcionalmente publicou texto de Gabriel Machado. É, portanto, um texto de terceira mão, mas que eu poderia ter escrito por refletir meus sentimentos.  Acho que esse ano não seremos campeões brasileiros, talvez sequer nos classifiquemos para a Libertadores e acho difícil até a copa sul-americana. Espero estar errado e que domingo agora tenhamos uma vitória contundente contra o flamengo (que vai muito mal das pernas) e que essa vitória seja o impulso que faltava para fazermos uma trajetória pelo menos honrosa no campeonato nacional. Sem mais delongas, o texto de Gabriel Machado, com a apresentação de Gustavo Albuquerque.

Meus amigos, o texto de hoje não é meu. Mas poderia ser. Resume muito bem o que acho sobre o momento do time. Por questões profissionais, voava de Brasília ao Rio exatamente na hora do jogo. O Gabriel Machado, grande amigo, e advogado que ajuizou comigo a ação pela volta do pó-de-arroz, quebrou meu galho de falar sobre o jogo. Ficou muito bom. Volto nos “curtas”.
Abraços tricolores.
“Dos 15 gols feitos pelo Fluminense neste campeonato brasileiro, apenas 5 saíram com a bola rolando.
Dos 5 gols que não resultaram de bola parada, apenas 2 nasceram de jogadas que podem ser consideradas trabalhadas, o gol contra o Cruzeiro – considerando, com boa vontade o voleio errado do Kenedy parte de uma jogada trabalhada – e o gol do Samuel contra o Atlético Paranaense.
Os demais gols com a bola rolando resultaram ou de chutes inesperados de fora da área ou daquele abafa de final de jogo.
O que esses números isso significam e evidenciam? Que o Fluminense tem sido um time absolutamente inofensivo e burocrático.
Foi exatamente esse Fluminense inofensivo que entrou em campo hoje, com a nova formação em losango adotada pelo Luxemburgo.
Muda-se a formação tática, mantém-se a inofensividade do time.
Essa característica recorrente de pensar no gol como um detalhe resulta muito mais dos jogadores que entram em campo do que da formação tática propriamente dita.
Ainda antes do início do jogo de hoje, notei a manutenção de uma incoerência: no nosso losango, Felipe joga pela esquerda, tendo que voltar pra marcar, e Wagner centralizado, como meia de ligação, “livre” para criar jogadas.
Sinceramente, não vejo qualquer sentido em se escalar como homem de ligação um jogador que cobraria um pênalti rolando a bola para trás. Esse jogador é o Wagner, o supra-sumo da burocracia. Felipe pode até ter outros defeitos, mas ao contrário do Wagner, gosta da bola e pensa no gol, pensa no passe diferente, vertical.
Deixar Felipe longe do gol e com a incumbência de marcar, e manter o Wagner como meia de ligação não faz sentido algum. A única coisa que Wagner faz melhor que Felipe é correr – para marcar.
Foi um primeiro tempo de doer, como eu – e todos os tricolores – já esperava.
O gol do Vitória sai de um bico pro alto do Edinho. A bola volta para a defesa do Fluminense e cai no pé do Felipe – escalado na posição errada – que erra o passe. Ato contínuo, Leandro Euzébio corre para o mesmo lado do Gum e convida o anão a passar pela avenida que se abre dentro da área. O anão recebe sozinho e completa pro gol.
Desse lance surge outra evidência: nosso trio de sustentação defensiva é um desastre. Gum, Leandro Euzébio e Edinho juntos são a garantia de uma saída de bola sofrível e uma marcação frouxa.
Com esse trio e Wagner na “criação” das jogadas, teremos, inevitavelmente, um time camarada, gente boa, parceiro do adversário, e bota parceiro nisso. Não joga e deixa jogar. Entrega a bola pro adversário e convida pra fazer o gol.
Ao que parece, nosso treinador percebeu isso.
No segundo tempo, essa fórmula do insucesso foi quebrada.
As mexidas do Luxemburgo sinalizam o que boa parte da torcida está querendo dizer:
“Eu acredito é na rapaziada”.
Kenedy e Eduardo trouxeram de volta a vontade de vencer, a intensidade que o Fluminense precisa ter se não quiser nos fazer sofrer até o final do ano.
Edinho finalmente deixou de jogar improvisado e voltou à sua posição.
Diguinho, com todos os defeitos – ao menos não joga de calça jeans como Edinho -, entrou bem e contribuiu para uma maior mobilidade no meio de campo.
O time mudou, quis vencer e por pouco não venceu.
O time é esse. Entra em campo quem quer vencer, quem tem a audácia de tentar.
O Fluminense que vai sair do marasmo é o da garotada – aliada aos nossos jogadores chave, é claro.
Que Kenedy jogue cada vez mais, que Eduardo tome a vaga do Wagner. Que Julião seja mantido como titular. Que subam imediatamente o garoto Robert. Xerém já é pouco para ele.
Que esses garotos, acostumados a bater no Flamengo, estejam em campo Domingo no Fla x Flu para nos brindar com a vitória com a nossa cara, uma vitória que vai nos recolocar no caminho certo”.


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Orgulho de fazer parte dessa história



Vasco em noite de traje de gala contra a Ponte Preta


Dono de uma das histórias mais dignas do futebol brasileiro, com a bandeira contra o racismo e o poder de inclusão no esporte, o Vasco criou uma nova etiqueta no futebol. No lugar do tom que representa o luto, vestir-se de preto, em São Januário, é ato de celebração à vida nova. Com camisas negras, em homenagem aos campeões de 1923, o time enfrenta a Ponte Preta, nesta quinta-feira, às 21h, em São Januário, disposto a marcar as diferenças em relação ao clube do interior paulista.
Embora os dois clubes tenham uniformes parecidos, com a faixa preta atravessada no fundo branco, ou vice- versa, só o Vasco tem esquadrões históricos e grandes conquistas a celebrar. Um dos clubes mais antigos do Brasil, fundado em 1900, a Ponte Preta têm tradição de respeito, mesmo que jamais tenha comemorado um título na Série A, seja estadual ou nacional.
— Temos que nos impor em casa. Fazer o adversário sentir o clima de caldeirão de São Januário. Torcida e time de mãos dadas sempre foram importantes no Vasco — lembrou o técnico Dorival Júnior.
O time vem de um empate com o Goiás e uma derrota para o Botafogo. Perdeu seus dois volantes titulares, Guiñazu e Sandro Silva, com lesões sérias, mas a hora é de recuperar terreno e se impor. Conquistar os três pontos em casa, hoje, é quase uma obrigação, para o time respirar na tabela do Campeonato Brasileiro.
A camisa preta serve como uma inspiração para os jogadores reencontrarem o caminho das conquistas.
Movido a desafios
Mais importante do que o título de 1923 foi a postura da diretoria do Vasco diante da perseguição que o clube passaria a sofrer por ter em seu elenco jogadores negros e pobres, em uma época em que o futebol era um privilégio das elites.
Obrigado a afastar 12 atletas, sob a alegação de que tinham condição social inferior para se manter na Associação Metropolitana de Esportes Atléticos (Amea), o clube ficou do lado daqueles que defendiam a sua camisa e decidiu pela sua desfiliação.
Em resposta à Amea, carta do então presidente do Vasco, José Augusto Prestes, tornou-se um marco e uma declaração de princípios que, até hoje, orientam o clube.
O texto, datado do dia 7 de abril de 1924, ainda ecoa como um grito de independência do Vasco: “São esses doze jogadores jovens, quase todos brasileiros, no começo de sua carreira, e o ato público que os pode macular nunca será praticado com a solidariedade dos que dirigem a casa que os acolheu, nem sob o pavilhão que eles, com tanta galhardia, cobriram de glórias. Nestes termos, sentimos ter que comunicar a V.Exa. que desistimos de fazer parte da Amea”.
O rompimento obrigou o Vasco a enfrentar novos desafios até reatar os laços. Já de volta, em 1926, o clube ainda sofreu preconceito, dessa vez, por não ter estádio próprio.
Em vez de se sentir diminuído com a provocação, o Vasco tirou forças para construir São Januário em um mutirão que envolveu trabalhadores, comerciantes e toda a comunidade que decidiu abraçar o clube. Aquele que já foi o maior estádio das Américas ainda abriga um sentimento que não tem tamanho. A festa em torno dos camisas pretas não pode parar.



Matéria publicada no jornal O Globo de 08/08/2013.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/campeonato-brasileiro-2013/vasco-em-noite-de-traje-de-gala-contra-ponte-preta-9414115#ixzz2bO84V6Hx 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Transformando


Olhando alguns projetos antigos e talvez até largados de lado, vi muitas continuações de alguns jogos que eu fiz, infelizmente muitos inacabados, as vezes por ser "ousado" demais. Como o caso de travessa 2, e outros jogos ainda sem nome. É bom ter todos eles guardados pois são muito úteis nessas horas de aperto e falta de criatividade. O próximo jogo que vou fazer será voltado só para PC mesmo, nada de "touch" híbridos, para internet ou dispositivos portáteis. Fazer o jogo em resolução alta, mais de 1000 pixels de largura/altura. Claro que sempre testando para ver se está ficando pesado demais... O droid eat ainda não acabou, preciso transformar ele em HTML 5. Joguei ele no tablet chinês, e o resultado foi horrível, se bem que meu tablet não é bom para rodar jogos. Enfim, espero ter o Droid Eat em HTML5 e java mobile até final de 2014. Chega de falar sobre jogos passados, e começar o processo de "naming" para meu novo e querido jogo de tanque.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

007: Operação Skyfall


Sinopse:

O roubo de um HD contendo informações valiosas sobre a identidade de diversos agentes, infiltrados em células terroristas espalhadas ao redor do planeta, faz com que James Bond (Daniel Craig) parta atrás do ladrão. A perseguição segue pelas ruas de uma cidade na Turquia e acaba em cima de um trem. Precisando impedir que a peça seja levada, M (Judi Dench) ordena que a agente Eve (Naomi Harris) dispare, mesmo sabendo que o tiro pode atingir Bond. É o que acontece, fazendo com que o agente 007 despenque de uma altura incrível. Considerado morto, Bond passa a levar uma vida como "fantasma" até assistir, pela TV, o ataque terrorista sofrido pelo MI6 em plena Londres. Disposto a mais uma vez defender seu país, ele retorna à capital inglesa e se reapresenta a M, mesmo guardando uma certa mágoa dela por ter ordenado o disparo. Logo eles descobrem que o responsável pelo roubo e o atentado é alguém que conhece muito bem o modo de funcionamento do MI6.

Crítica:

Talvez esse seja o pior filme da nova franquia 007. Eu considero nova franquia apartir dos filmes com o ator Pierce Brosnan e Daniel Craig. Skyfall é um filme pouco enrolado, com uma trama até simples para os padrões 007, mas a estória não foi muito bem desenvolvida. O agente secreto continua sendo mais humano, talvez esse seja o grande ponto alto do filme, mas somente isso não basta. Fico na torcida para que o próximo filme seja tão bom quanto o Cassino Royale. Esse é descartável.


Nota do filme: 5,0

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

UFC Rio 4


José Aldo mostrou que é, na atualidade, o melhor lutador brasileiro no UFC. No último sábado ele venceu o Zumbi Coreano por nocaute a manteve-se com o cinturão  dos pesos pena. Mesmo com o pé fraturado, ainda no primeiro round, Zé Aldo não deu chances para o Coreano e impôs seu estilo de luta.

            A transmissão do UFC Rio 4 ficou a cargo da rede Globo. Quando o evento é realizado no Brasil ela detém o direito de transmissão ao vivo, ao contrário dos outros eventos que acontecem fora do país, quando a luta é transmitida com um “delay”, que nada mais é do que um atraso de aproximadamente 30/60 minutos após o término das lutas ao vivo.

            A primeira luta da noite, de transmissão da Globo, foi entre Lyoto Machida e o americano Phil Davis. Apesar de toda a torcida a seu favor, Lyoto não foi páreo para o americano e acabou derrotado por decisão unânime dos jurados. Alguns consideraram a decisão polêmica, mas o comentarista e lutador da Globo, o Cigano, achou que o Lyoto havia perdido o primeiro e segundo round do confronto. Isso foi confirmado após o término da luta, onde os jurados consideraram Phil Davis melhor em todos os rounds.

            Na última luta da noite, José Aldo defenderia pela 5ª vez o cinturão dos pesos pena, dessa vez contra o Zumbi Coreano. Com toda a torcida a seu favor, inclusive uma torcida organizada, Zé Aldo subiu no octógono com sua concentração abitual: sem olhar para o oponente. Somente na hora da luta ele levanta o rosto e observa o rival.

            Zé Aldo dominou o oponente durante o 1º e 2º round, mas no 3º, após sentir uma lesão no pé, foi dando espaço para o Zumbi que cresceu na luta. Mesmo sem poder chutar, Zé Aldo impôs seu ritmo e não deu chances para o Zumbi. Deu preferência para a luta no chão e assim marcar pontos sem precisar correr o risco de agravar a lesão no pé.

            No 4º round, mesmo com o pé machucado, Zé Aldo desferiu uma sequência de três chutes no rival que acabou lesionando o ombro direito do Zumbi. Percebendo o ferimento no rival, Zé Aldo partiu para cima e levou o Zumbi para o chão, onde continuou desferindo golpes no rival até o juiz interromper a luta e dar a vitória para o brasileiro por nocaute.


            No momento, após a derrota de Anderson Silva para Chris Weidman, José Aldo torna-se o melhor brasileiro no UFC. Mesmo que o Spider consiga vencer a revanche e o Cigano recupere o título dos pesos pesados, José Aldo ainda assim será o melhor brasileiro da entidade.